FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - FUERN

 

EDITAL N º 04/2018– PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR – PRORHAE/UERN

 

A Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FUERN), por meio da Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis (PRORHAE), fundamentada na Lei Ordinária Estadual Nº 9.939, de 09 de abril de 2015, torna pública a abertura de inscrições para o Edital Nº 04/2018 - Processo Seletivo Simplificado para contratação temporária de professor – PRORHAE-UERN considerando a demanda de sala de aula do semestre letivo 2017.2, em conformidade com o disposto abaixo:

 

1. DO CURSO/UNIDADE, NÚMERO DE VAGAS, REGIME DE TRABALHO, ÁREAS DE ATUAÇÃO E REQUISITOS.

 

DEPARTAMENTO / UNIDADE

ACADÊMICA

Nº DE VAGAS

(ampla concorrência)

Nº DE VAGAS

(pessoas com deficiência)

TOTAL DE VAGAS

RT*(h)

ÁREA DE ATUAÇÃO

REQUISITOS NECESSÁRIOS

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

01

---

01

40h

Instrumentalização Pedagógica

- Graduação (Licenciatura) em Pedagogia com Especialização em Educação ou Mestrado em Educação, ou Mestrado em Ensino

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

01

01

02

40h

Fundamentos da Educação

- Graduação (Licenciatura) em Pedagogia com Especialização em Educação ou Mestrado em Educação, ou Mestrado em Ensino

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

01

---

01

20h

Contabilidade Social

Formação Econômica do Brasil II

 

- Graduação em Economia;

-Disponibilidade de horário para atender às necessidades do Departamento;

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

01

---

01

20h

Economia Neoclássica II

Teoria Microeconômica II

- Graduação em Economia;

- Disponibilidade de horário para atender às necessidades do Departamento.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

01

---

01

40h

Teorias e Práticas Pedagógicas

- Graduação em Pedagogia

- Especialização em Educação ou áreas afins.

- Mestrado ou doutorado em Educação ou áreas afins.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

03

01

04

40h

Fundamentos da Educação

- Graduação em Pedagogia

- Especialização em Educação ou áreas afins.

- Mestrado ou doutorado em Educação ou áreas afins.

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

01

---

01

20h

Ensino de Geografia (Atividade Prática I)

- Licenciatura em Geografia com Mestrado em Geografia, ou Mestrado Interdisciplinar em Ciências  Sociais e Humanas, ou Mestrado em Ensino;

- Disponibilidade de horário para atender às necessidades do Departamento.

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

01

---

01

20h

Ensino de Geografia (Geografia Regional do Mundo; Atividade prática V)

- Licenciatura em Geografia com Mestrado em Geografia, ou Mestrado Interdisciplinar em Ciências  Sociais e Humanas, ou Mestrado em Ensino;

- Disponibilidade de horário para atender às necessidades do Departamento.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PATU

01

01

02

40h

Fundamentos teóricos e pedagógicos da Educação

- Graduação em Pedagogia e Mestrado em Educação ou áreas afins.

DEPARTAMENTO DE LETRAS / CAMPUS PATU

01

---

01

20h

Ensino de Língua Estrangeira e Práticas de Pesquisa

- Graduação e Especialização em Letras Inglês.

01

---

01

40h

Ensino de Língua Portuguesa e Literatura

- Graduação em Letras;

- Metrado na área ou área afim objeto do curso

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

20h

Cultura e Natureza, Meio Ambiente e redes sociais,

Sociedade e Ambiente, Metodologia do Trabalho Científico, Desenvolvimento Sustentável

- Graduação na área de Ciências Sociais e/ou Ciências Humanas e/ou Ciências Ambientais com Mestrado ou Especialização na área ou áreas afins.

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

40h

Economia Ambiental, Ecologia Aplicada, Auditoria Ambiental, Análise de Risco Ambiental, Poluição e Controle Ambiental, Sistema de Gestão Ambiental, Monografia

- Nível superior em Gestão Ambiental, Geografia, Engenharia ambiental, Engenharia Agronômica, Engenharia de Produção, Tecnologia Ambiental, com Mestrado ou Especialização na área de meio ambiente ou áreas afins.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

20h

Clínica Cirúrgica

- Graduação em Medicina;

- Residência Médica em Cirurgia Geral reconhecida pelo MEC e/ou título de Especialista na área com RQE;

- Disponibilidade de horário para atender às necessidades do Departamento.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

40h

Fundamentos Sócio-econômicos da Educação

História da Educação

Laboratório de monografia

Didática

- Graduação em Pedagogia ou História ou Ciências Sociais, com Pós-Graduação em Educação ou áreas afins;

- Disponibilidade para assumir a carga horária conforme a necessidade do Departamento

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

40h

Psicologia da Educação

Prática de Ensino

- Graduação em Pedagogia ou Psicologia, com Pós-Graduação em Educação ou áreas afins;

- Disponibilidade para assumir a carga horária conforme a necessidade do Departamento

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

40h

Teorias Linguísticas e

 Alfabetização

Ensino de Artes

Ensino de Língua Portuguesa

- Graduação em Pedagogia, Letras com Pós-Graduação em Educação ou áreas afins;

- Disponibilidade para assumir a carga horária conforme a necessidade do Departamento

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

 

01

 

---

 

01

 

40h

Educação Especial e Inclusão

Concepções e Práticas de Educação Infantil

Procedimentos de Intervenção em Práticas Educativas

- Graduação em Pedagogia com Pós-Graduação em Educação ou áreas afins;

- Disponibilidade para assumir a carga horária conforme a necessidade do Departamento

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

01

---

01

40h

Educação para diversidade

Filosofia da Educação

Didática

- Graduação em Pedagogia ou Filosofia com Pós-Graduação em Educação ou áreas afins;

- Disponibilidade para assumir a carga horária conforme a necessidade do Departamento

*RT – Regime de Trabalho, em horas semanais.

 

1.1. Os diplomas de graduação apresentados devem ter sido obtidos em cursos devidamente autorizados e reconhecidos pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) ou pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), ofertados por Instituições de Ensino Superior credenciadas pelo CNE ou pelo CEE. No caso de graduação obtida em instituição estrangeira, deve ser revalidado nos termos da Resolução CNE/CES nº 1, de 28 de janeiro de 2002 (alterada pela Resolução CNE/CES nº 8, de 4 de outubro de 2007, e pela Resolução CNE/CES nº 7, de 25 de setembro de 2009), na forma do art. 48 da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

 

1.2. Os certificados de especialização Lato sensu deverão atender ao que prevê a Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007, que “estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação Lato sensu, em nível de especialização”. O título de Especialista obtido por meio de residência médica, deverá observar o Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977, e ser devidamente credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica. Os títulos de Mestre e de Doutor somente serão aceitos se obtidos ou validados em Programa de Pós-Graduação credenciado pela CAPES; no caso de ter sido obtido em instituição estrangeira, devem ter sido revalidados na forma do art. 48 da Lei Federal nº 9.394/1996, e da Resolução CNE/CES nº 3, de 1º de fevereiro de 2011; para efeito de verificação de áreas afins será utilizada a tabela de áreas do conhecimento definida pela CAPES, utilizando-se as grandes áreas de avaliação.

 

1.3. Os itens elencados em requisitos necessários são cumulativos, devendo o(a) candidato(a) atender a todos os itens expressos, excetuando-se os casos onde estiver explícito a condição de opção entre os requisitos.

 

1.4. Os(as) aprovados(as) deverão ter disponibilidade para assumir as atividades propostas pelo Departamento, dentro do limite de carga horária expressa em contrato, envolvendo, inclusive atividades em Núcleos Avançados de Educação Superior.

 

2. DO PROCESSO SELETIVO

 

O processo seletivo simplificado será composto de duas etapas, prova didática e análise de currículo, conforme descrito nos itens a seguir:

 

2.1. Publicação do Edital: 28/03/2018

 

2.2. Local, Período e Horário das Inscrições

 

As inscrições serão realizadas nos Departamentos Acadêmicos, situados nos endereços dispostos no quadro abaixo, no período de 02 a 06 de abril de 2018, no horário de 8:00h às 11:00h.

 

Departamento/ Unidade Acadêmica

Endereço

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

Rua Sinhazinha Wanderley, 871, Centro – Assu/RN. CEP: 59650-000 –  Fone: (84) 3331-2411.

E-mail: dp_assu@uern.br

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

BR 405, KM 3, Arizona – Pau dos Ferros-RN. CEP: 59900-000 – Fone:(84) 3351-2560.

E-mail: dec_pferros@uern.br

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

BR 405, KM 3, Arizona - Pau dos Ferros-RN.  CEP: 59900-000 – Fone: (84) 3351-2560.

E-mail: de_pferros@uern.br

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

BR 405, KM 3, Arizona - Pau dos Ferros-RN.  CEP: 59900-000 – Fone: (84) 3351-2560.

E-mail: cge.pferros@uern.br

DEPARTAMENTO DE LETRAS / CAMPUS PATU

Rua Lauro Maia, s/n, Centro. Patu-RN – CEP: 59770-000 – Fone: (84) 3361-2209.

E-mail: dl_patu@uern.br

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PATU

Rua Lauro Maia, s/n, Centro. Patu-RN – CEP: 59770-000 – Fone: (84) 3361-2209.

E-mail: de_patu@uern.br

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

Av. Prof. Antônio Campos, S/N, Bairro Presidente Costa e Silva – Mossoró/RN. CEP: 59610-090 – Fone: (84) 3315-2198.

E-mail: dga@uern.br

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS / CAMPUS CENTRAL

Rua Atirador Miguel Antônio da Silva Neto, s/n, Aeroporto
59607-360 – Mossoró-RN. Fone: (84)3315-2248

E-mail: dcb@uern.br

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

Av. Prof. Antônio Campos, S/N, Bairro Presidente Costa e Silva – Mossoró/RN. CEP: 59610-090 – Fone: (84) 3315-2203.

E-mail: fe@uern.br

 

2.2.1. Homologação das inscrições

 

A homologação das inscrições será fixada nos murais do(s) respectivo(s) Departamento(s)/Unidade(s) Acadêmica(s), no(s) endereço(s) disposto(s) no item 2.2, no dia 09 de abril de 2018.

 

2.3. Locais de realização de todas as etapas do processo

 

As etapas do processo seletivo ocorrerão nos Departamentos / Unidades Acadêmicas, conforme endereço disposto no item 2.2.

 

2.4. Sorteio dos temas e horários para a Prova Didática

 

O sorteio do tema para a Prova Didática, bem como da ordem de apresentação, ocorrerá na presença dos(as) candidatos(as) no respectivo local, de acordo com a área de atuação indicada no item “1” deste Edital. Será conduzido pelo departamento de lotação indicado no item “1”. Dependendo da quantidade de inscritos, as datas abaixo poderão sofrer alteração conforme estabelecido nos itens 4.4.6. e 4.4.6.1.

O sorteio será realizado por representantes do Departamento Acadêmico em reunião aberta ao público, sendo obrigatória a presença do(a) candidato(a) ao sorteio e de sua inteira responsabilidade o conhecimento do resultado.

 

Departamento/ Unidade Acadêmica

 

Data provável para a realização do sorteio do tema para a Prova Didática

(ver item 4.4.6.1)

Horário provável do sorteio do tema para a Prova Didática

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE LETRAS / CAMPUS PATU

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PATU

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

10/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS / CAMPUS CENTRAL

10/04/2018

19h

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

10/04/2018

8h

 

O(A) candidato(a) deverá se apresentar no respectivo local, de acordo com o quadro constante do item 2.2 deste Edital, 15 minutos antes do sorteio do tema para prova didática. O não comparecimento do(a) candidato(a) no momento de início do sorteio acarretará a eliminação automática do(a) mesmo(a).

 

2.5. Prova Didática

 

As provas didáticas ocorrerão nas datas prováveis especificadas abaixo, com início provável para o primeiro(a) candidato(a) conforme quadro a seguir, tendo continuidade de acordo com a ordem do sorteio. Ocorrerão de acordo com a área de atuação indicada no item 1.0 deste edital e nos locais especificados no item 2.3.

 

Departamento/ Unidade Acadêmica

Data provável da Prova Didática

(ver item 4.4.6.1)

Horário provável de início da Prova Didática

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE LETRAS / CAMPUS PATU

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PATU

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

11/04/2018

8h

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS / CAMPUS CENTRAL

11/04/2018

19h

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

11/04/2018

8h

 

De acordo com o número de candidatos inscritos as datas poderão ser modificadas, sendo comunicadas no momento do sorteio e publicadas nos murais das unidades acadêmicas.

               

2.6. Resultado da Seleção

 

2.6.1. Resultado preliminar

 

As bancas deverão enviar o resultado preliminar das avaliações individuais ao e-mail da PRORHAE (prorhae@uern.br) até às 12h do dia 13 de Abril de 2018.

 

Os resultados preliminares do processo seletivo serão publicados em edital próprio, a ser divulgado através do Portal UERN (www.uern.br) no link seleções, tendo data prevista de publicação o dia 16 de Abril de 2018.

 

2.6.2 Dos recursos

 

2.6.2.1. O(a) candidato(a) poderá interpor recurso contra o resultado preliminar, exclusivamente da Análise do Currículo, no prazo de 24h após a publicação do resultado preliminar, preenchendo anexo constante no resultado preliminar, além de nova ficha de pontuação para avaliação de títulos.

 

2.6.2.2. O recurso deverá ser enviado pelo próprio(a) candidato(a), exclusivamente para o e-mail prorhae@uern.br e para o e-mail do departamento ao qual concorre a vaga (ver item 2.2).

 

2.6.2.3. O(a) candidato(a) deverá ser claro e consistente em seu pleito, informando com precisão o objeto do recurso.

 

2.6.2.4. Recurso intempestivo ou inconsistente será preliminarmente indeferido.

 

2.6.2.5. Recurso enviado fora do prazo estipulado será preliminarmente indeferido.

 

2.6.2.6. Os recursos serão julgados pela comissão avaliadora em até 01 dia útil e respondidos aos(as) candidatos(as), individualmente por meio eletrônico.

2.6.3 Do resultado final

 

O resultado final será publicado em edital próprio, a ser divulgado através do Portal UERN (www.uern.br) no link seleções e nos murais das respectivas unidades acadêmicas, tendo data prevista de publicação até dia 19 de Abril de 2017.

 

3. DAS INSCRIÇÕES

 

As inscrições serão efetuadas de modo presencial pelo(a) candidato(a) ou por procurador(a) legalmente constituído(a) nos locais e horários indicados no quadro do item 2.2 deste EDITAL.

 

3.1. Taxa de inscrição

 

O(a) candidato(a) deverá efetuar o pagamento de uma taxa de inscrição no valor de R$ 80,00 (oitenta reais) a ser depositada no Banco do Brasil, Agência 4687-6, Conta 7068-8 (depósito Identificado ou transferência bancária).

Não será aceito comprovante de depósito não identificado, efetuado em terminal de autoatendimento (caixa eletrônico) através de envelope bancário. Nos casos de pagamento incorreto ou por meio de envelopes bancário, não será feito o ressarcimento ao(a) candidato(a).

 

3.2. Documentos a serem apresentados no ato da inscrição

 

·                                 Cópia do RG e do CPF, ou documento equivalente válido no território nacional com foto;

·                                 Comprovante de pagamento da Taxa de Inscrição, de acordo com o item 3.1 deste EDITAL;

·                                 Comprovante de conclusão de Curso de Graduação, obtidos em cursos devidamente autorizados e reconhecidos pelo CNE ou pelo CEE, ofertados por Instituições de Ensino Superior credenciadas pelo CNE ou pelo CEE. No caso de graduação obtida em instituição estrangeira, deve ser revalidado nos termos da Resolução CNE/CES nº 1, de 28 de janeiro de 2002 (alterada pela Resolução CNE/CES nº 8, de 4 de outubro de 2007, e pela Resolução CNE/CES nº 7, de 25 de setembro de 2009), na forma do art. 48 da Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). 2.4

·                                 Certificado, ata, Diploma da Pós-graduação ou Residência Médica, se for o caso, de acordo com o item 1 deste EDITAL; os certificados de especialização Lato sensu deverão atender ao que prevê a Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007, que “estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação Lato sensu, em nível de especialização”. O título de Especialista obtido por meio de residência médica, deverá observar o Decreto nº 80.281, de 5 de setembro de 1977, e ser devidamente credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica. Os títulos de Mestre e de Doutor somente serão aceitos se obtidos ou validados em Programa de Pós-Graduação credenciado pela CAPES; no caso de ter sido obtido em instituição estrangeira, devem ter sido revalidados na forma do art. 48 da Lei Federal nº 9.394/1996, e da Resolução CNE/CES nº 3, de 1º de fevereiro de 2011de acordo com o item 1 deste Edital;

·                                 Comprovante de Experiência profissional e/ou na docência, se for o caso, de acordo com os requisitos expressos no item 1 deste Edital;

·                                 Currículo Lattes com a documentação comprobatória na ordem do currículo, acompanhada da Ficha de Pontuação (Anexo III) devidamente preenchida, considerando-se apenas os últimos 3 (três) anos de atividades, anteriores à publicação deste edital.

·                                 Não será aceita inscrição com pendência de qualquer um dos documentos acima.

 

4. DO PROCESSO SELETIVO

 

4.1. A seleção objeto deste Edital será realizada em etapas sucessivas, conduzidas exclusivamente pela UERN, através de Banca Examinadora designada pelos Departamentos Acadêmicos, de acordo com os critérios e procedimentos constantes no presente Edital.

 

4.2. Primeira etapa: PROVA DIDÁTICA, de caráter eliminatório e classificatório, tratando de conhecimento específico sobre a área do concurso, conforme item 4.5., avaliadas conforme Anexo II deste Edital.

 

4.3. Segunda etapa: AVALIAÇÃO DE TÍTULOS, de caráter apenas classificatório, mediante a análise da documentação comprobatória respectiva, organizada por grupos, conforme Anexo III deste Edital.

 

4.4. PROVA DIDÁTICA

 

4.4.1. De caráter eliminatório, com obtenção de nota mínima 7,0 (sete) para efeito de classificação. Constará de Aula Expositiva perante Banca Examinadora, com duração de no mínimo 25 (vinte e cinco) e no máximo 30 (trinta) minutos.

 

4.4.2. A banca examinadora não se manifestará no decorrer da Prova Didática; o(a) candidato(a) poderá ser questionado(a) por membro da banca sobre o tema da aula.

 

4.4.3. É de responsabilidade exclusiva do(a) candidato(a) o controle do tempo de sua apresentação, sendo eliminado o(a) candidato(a) que não cumprir o tempo previsto.

 

4.4.4. O sorteio será realizado por representantes designados pelo Departamento Acadêmico em reunião aberta ao público.

 

4.4.5. É obrigatória a presença do(a) candidato(a) ao sorteio referido no item anterior e de sua inteira responsabilidade o seu conhecimento do resultado.

 

4.4.6. Será fixado e divulgado no mural do departamento, o ponto sorteado para a Prova Didática, a ordem de sua realização pelos(as) candidatos(as), bem como dia e hora do início.

 

4.4.6.1. Caso seja necessário mais de um dia de realização da Prova Didática, haverá um novo sorteio no dia seguinte para os(as) candidatos(as) que apresentarão no segundo dia, e assim sucessivamente até encerrar as apresentações.

 

4.4.7. A Prova Didática será realizada após o decurso de pelo menos vinte e quatro horas do sorteio do ponto da Prova Didática.

 

4.4.8. Em caso de força maior, a critério da Banca Examinadora, a Prova Didática poderá sofrer interrupção.

 

4.4.8.1. Na hipótese de falta de energia elétrica, independente da responsabilidade da UERN, a prova poderá ser suspensa por até 5 minutos, por opção do(a) candidato(a) que estiver desenvolvendo sua aula didática no exato momento da falta da energia. Decorrido este prazo, sem o retorno da energia, o(a) candidato(a) deverá prosseguir na sua prova, assim como os(as) candidatos(as) subsequentes, mesmo sem os recursos que necessitem de energia elétrica.

 

4.4.8.2. Por caso de força maior e outras ocorrências relevantes serão registrados na ata da avaliação da Prova Didática.

 

4.4.9. Poderão ser utilizados quaisquer recursos didáticos compatíveis com a estrutura e instalações elétricas do local de prova, cumprindo ao(a) candidato(a) providenciar, por seus próprios meios, a obtenção, instalação e utilização do equipamento necessário.

 

4.4.10. No início da Prova Didática, o(a) candidato(a) deverá entregar o Plano de Aula em 3 (três) vias impressas, à Banca Examinadora. A não entrega do Plano de Aula implicará na impossibilidade do(a) candidato(a) de realizar esta Prova tendo sua nota contabilizada como zero nesta Prova.

 

4.4.10.1. A Banca Examinadora não solicitará o Plano de Aula, cabendo unicamente ao(a) candidato(a) a responsabilidade por interdi-lo.

 

4.4.11. Todos os(as) candidatos(as) deverão apresentar-se para a Prova Didática com antecedência mínima de 30(trinta) minutos do horário programado para início da prova.

 

4.4.11.1. Será considerado desistente e será eliminado do concurso o(a) candidato(a) que não estiver presente na hora designada para o início da Prova Didática.

 

4.4.12. Não será permitido ao(a) candidato(a) que já tiver se submetido à Prova Didática permanecer no recinto onde ela foi realizada, sendo a presença em sala exclusiva ao(a) candidato(a) avaliado e à banca examinadora.

 

4.4.13. A avaliação da Prova Didática procederá de acordo com os seguintes critérios, conforme Anexo II.

a) Coerência entre os objetivos previstos no plano de aula e os conteúdos desenvolvidos, com pontuação máxima igual a 2,0.

b) Sequência lógica e coerência do conteúdo, com pontuação máxima igual a 2,5.

c) Linguagem adequada, clareza da comunicação, objetividade e contextualização, com pontuação máxima igual a 2,0.

d) Domínio do conteúdo, com pontuação máxima igual a 2,5.

e) Utilização adequada do tempo para execução da aula, com pontuação máxima igual a 1,0.

 

4.4.14. A avaliação da Prova Didática será feita pela Banca Examinadora, cabendo a cada examinador atribuir nota na escala de 0 (zero) a 10 (dez), utilizando uma casa decimal, conforme Anexo II ou Anexo III (específico que trata o item 4.2).

 

4.4.15. A nota final da Prova Didática será a média aritmética das notas atribuídas ao(a) candidato(a) por cada um dos examinadores, considerando até a segunda casa decimal, realizado o arredondamento de nota.

 

4.4.15.1. Será eliminado o(a) candidato(a) que obtiver média inferior a 7,0 (sete inteiros), devendo seu resultado configurar na lista do resultado preliminar.

 

4.4.16. Não será divulgada a nota atribuída por cada membro da Banca Examinadora de forma independente.

 

4.5. TEMAS PARA A PROVA DIDÁTICA

 

Departamento / Área

Temas

Bibliografia sugerida

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

Fundamentos da Educação

Gestão dos processos educativos na prática cotidiana escolar;

Concepções pedagógicas da educação brasileira: a história como experiência formativa.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Educação. 47 ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.

GADOTTI, Moacir. Histórias de ideias pedagógicas. 8 ed. São Paulo: Ática, 1999.

LIBANEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5. ed. Goiânia: Alternativa, 2004.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS ASSU

Instrumentalização Pedagógica

Prática pedagógicas no contexto das transformações sociais contemporâneas;

O uso das tecnologias na mediação pedagógica do processo ensino e aprendizagem.

CANDAU, V.M. (org). A didática em questão. 9.ed. Petrópolis: Vozes, 1991

MONTEIRO, Solange Castellano Fernandes. Aprendendo a ver: as escolas da/na escola. In: ALVES, Nilda ( org. ). Espaços e imagens da Escola. Rio de Janeiro: DP&A, 2001

SOUZA, Márcio Vieira de. Mídia e conhecimento: a educação na era da informação. In: Revista Vozes & Diálogo, n. 3, Itajaí: UNIVALI, 1999

MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

Contabilidade Social

Formação Econômica do Brasil II

Contabilidade social: alguns conceitos introdutórios;

Agregados econômicos e fluxos da economia (conceitos básicos e formas de mensuração: ótica do Produto, Despesa e Renda);

O Sistema de Contas Nacionais

Balanço de Pagamentos (alguns conceitos introdutórios e estrutura do Balanço de Pagamentos, a contabilidade do Balanço de Pagamentos);

O Pós Guerra e a nova fase da industrialização: o Plano de Metas;

O Período 1962-1967. A desaceleração no crescimento. Reformas no sistema fiscal e financeiro. Políticas anti-inflacionárias. Política salarial;

A Retomada do Crescimento 1968-1973: a desaceleração e o segundo PND;

Anos 80: Crise da dívida e programas de estabilização.

FEIJÓ, C. A.; RAMOS, R. L. O. Contabilidade Social – O Novo Sistema de Contas Nacionais. 4. Ed. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2013;

PAULANI, L. M.; BRAGA, M. B. Nova contabilidade social. 4. Ed. São Paulo- SP: Saraiva, 2013;

VASCONCELLOS, M. S.; GARCIA. M. E. Fundamentos da Economia. 5. Ed. São Paulo: Saraiva, 2014.

ABREU, M. P. (org.) A Ordem do Progresso. Rio de Janeiro: Campus. Caps. 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11

GIAMBIAGI, F et alli Economia Brasileira Contemporânea. Rio de Janeiro: Campus. Caps 1, 2, 3, 5 e 6;

SAES, F.A.M., GREMAUD, A. P. & TONETO Jr., R. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Atlas, 1997. Cap. 2, 3, 4 e 5

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

Economia Neoclássica II

Teoria Microeconômica II

Demanda individual;

Demanda de mercado;

Produção;

Custos de produção;

Maximização de lucros e oferta competitiva;

Concorrência perfeita e sua crítica;

Concorrência imperfeita e sua crítica;

Preços e margens de lucro em condições de oligopólio.

PINDYCK, R. S. / RUBINFIELS, D. L. Microeconomia - Makron Books do Brazil Editora Ltda – 1994;

FERGUSON, C.E.  Microeconmia. Trad. Port. São Paulo, Abril Forense Universitária. 1974.

HALL & HITCH. A teoria dos preços e o comportamento empresarial. IN: Clássico da Literatura Econômica. Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1988;

POSSAS, M.L; Estrutura de Mercado em Oligopólio. 2ª Ed. São Paulo, Hucitec, 1985.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

Teorias e Práticas Pedagógicas

A Didática como campo epistemológico da formação de professores: aspectos históricos e enfoques investigativos;

Concepções, objetivos e metodologias de ensino e de avaliação na instituição educativa;

Perspectivas interdisciplinares na organização do conhecimento em sala de aula;

Saberes docentes: uma abordagem epistemológica, econômico-política e profissional;

O papel da pesquisa na formação docente: perspectivas investigativas e contribuições ao estágio curricular e na prática docente;

Do Projeto Pedagógico do Curso ao planejamento de projetos didáticos: teoria e prática;

O ensinar e o aprender na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental: objetivos, conteúdos, organização de aulas e materiais pedagógicos.

O professor como mediador pedagógico e uso das tecnologias da informação e da comunicação.

A ação pedagógica no contexto da educação formal e não formal.

ANDRÉ, Marly (org). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2001.                

CANDAU, Vera Maria (Org.). A Didática em questão. 17 ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 11. ed. Campinas: Papirus, 1994. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico).

GOHN, Maria da Glória. Educação não formal e o educador social: a atuação no desenvolvimento de projetos sociais. São Paulo: Cortez, 2010.

IBIAPINA, Ivana Maria Lopes; RIBEIRO, Márcia Maria Gurgel e FERREIRA, Maria Salonilde. Pesquisa em

educação: múltiplos olhares. Brasília: Liber Livro, 2007.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática: velhos e novos temas. Goiânia: Cortez, 2002.

LIMA, Maria Socorro Lucena. A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e ação docente. 2.ed. Fortaleza:     Edições Demócrito Rocha, 2001.

MORAN, José Manuel. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2001.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA. M. do Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

SACRISTÁN, J. Gimeno; GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: ARTMED, 2000.

SILVA, Ainda Maria Monteiro; et. al. Didática, currículo e saberes escolares. Rio de janeiro: DP&A, 2002.

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte:    Autêntica, 2014.

SOARES, MAGDA. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. São Paulo: Vozes, 2002.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Didática: o ensino e suas relações. Campinas-SP: Papirus, 1996.

ZABALA, Antoni. A prática educativa. Porto Alegre: ARTMED, 1998.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PAU DOS FERROS

Fundamentos da Educação

O Estado e as reformas educacionais na contemporaneidade;

A filosofia da educação na formação e na prática do educador;

História das ideias pedagógicas e práticas educativas;

Concepções teóricas da psicologia da aprendizagem;

Os clássicos da sociologia e as suas contribuições a educação;

A escola como organização educativa: um olhar sociológico;

A escola do campo no contexto do projeto neoliberal de educação;

Políticas públicas educacionais e sua relação com os movimentos sociais.

AFONSO, Almerindo J. Reforma do estado e políticas educacionais: entre a crise do Estado-nação e a emergência da regulação supranacional. Educação & Sociedade, ano XXII, n. 75, Ago. 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/es/v22n75/22n75a03 Acesso em: 23 de março de 2018.

SHIROMA, Eneida O; MORAIS, Maria Célia M. de; EVANGELISTA, Olinda. Política educacional. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

SAVIANI, Dermeval. História das Ideias Pedagógicas no Brasil. 2. ed. Campinas/SP:

Autores Associados, 2008. 475p.

ARANHA, Maria Lúcia de A. Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à filosofia. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2003.

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994.

SELL, C.Eduardo. Sociologia clássica: Marx, Durkheim e Weber. 3 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

DURKEIM, Émile. Educação e sociologia. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2013.

LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa: uma abordagem sociológica. São Paulo: Cortez, 2008.

ARROYO, Miguel Gonzales; CALDART, Roseli Salete; MOLINA, Mônica Castagna (Orgs.). Por uma educação do campo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

CARPIGIANI, Berenice. Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 2002.

ROMANELLI, Otaíza de Oliveira. História da Educação no Brasil. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 1993.

GOHN, Maria da Gloria Marcondes. Movimentos sociais e educação. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1994.

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

Ensino de Geografia (Atividade Prática I)

Planejamento das atividades de estágio curricular supervisionado;

Orientação teórico-metodológica sobre o desenvolvimento do Estágio Supervisionado no nível de Ensino Fundamental;

Orientação teórico-metodológica sobre o desenvolvimento do Estágio Supervisionado no nível de Ensino Médio;

Elaboração e utilização de linguagens e materiais no Ensino de Geografia.

CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 11. ed. Campinas/SP: Papirus, 2009.

CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos. (Org.) Geografia: práticas pedagógicas para ao ensino médio. São Paulo: Artemed, 2007.

PASSINI, E. Y. Prática do Ensino de Geografia e Estágio Supervisionado. São Paulo: Contexto, 2007.

PONTUSCHKA, N. A formação geográfica e pedagógica do professor. In: SILVA. J. B. da. ; LIMA, L. C.; DANTAS, E. W. C.(Orgs.). Panorama da geografia brasileira v. 2. São Paulo: Annablume, 2006, p. 269 -279.

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CAMPUS PAU DOS FERROS

Ensino de Geografia (Geografia Regional do Mundo; Atividade prática V)

Planejamento das atividades de estágio supervisionado;

Orientação teórico-metodológica sobre o desenvolvimento do Estágio Supervisionado no nível de Ensino Fundamental;

Elaboração e utilização de linguagens e materiais no Ensino de Geografia no Ensino Fundamental;

Globalização e regionalização.

CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos. 11. ed. Campinas/SP: Papirus, 2009.

CASTELLAR, Sônia; VILHENA, Jerusa. Ensino de Geografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

PASSINI, E. Y. Prática do Ensino de Geografia e Estágio Supervisionado. São Paulo: Contexto, 2007.

ANDRADE, M. C. de. Brasil: globalização e
regionalização. Geographia, Rio de Janeiro, v. 3, n.5, s.p. 2001. Disponível em: http://www.geographia.uff.br/index.php/ HYPERLINK "http://www.geographia.uff.br/index.php/%20geographia/article/view/51"geographiaHYPERLINK "http://www.geographia.uff.br/index.php/%20geographia/article/view/51"/HYPERLINK "http://www.geographia.uff.br/index.php/%20geographia/article/view/51"articleHYPERLINK "http://www.geographia.uff.br/index.php/%20geographia/article/view/51"/HYPERLINK "http://www.geographia.uff.br/index.php/%20geographia/article/view/51"viewHYPERLINK "http://www.geographia.uff.br/index.php/%20geographia/article/view/51"/51. Acesso em: 14.03.2018.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS PATU

Fundamentos teóricos e pedagógicos da Educação

Análise das principais concepções teóricas da aprendizagem e suas implicações no ato educativo.

A interdisciplinaridade e a transversalidade na organização e na ação didática.

Aprender e ensinar artes no ensino fundamental.

Concepções teórico-metodológica do processo de alfabetização.

Concepções de Estágio, o Estágio como pesquisa, relação teoria e prática.

Ensino da Matemática na Educação Infantil e Anos iniciais do Ensino Fundamental: objetivos e orientações metodológicas.

O ensino da língua materna: objetivos, conteúdos e aspectos metodológicos.

O planejamento e a ação docente como elementos indissociáveis da prática pedagógica escolar.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Artes. Brasília: MEC/SEF, 2001, 1ª a 4ª Séries. v.6, ed. 2001.

BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, 2001, 1ª a 4ª Séries. v.6, ed. 2001.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 1997.

COLL, César.; PALACIOS, Jesus.; MARCHESI, Álvaro (Orgs.). Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva: Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. v.2

COLL, César., et al. (2001).

FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 1985.

HOSS, Myriam da Costa. Prática de Ensino da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos Científicos, 1981

LUCK, Heloísa. Pedagogia interdisciplinar: fundamentos teórico-metodológicos. 11. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

MASETTO, Marcos Tarciso. Didática: a Aula Como Centro. 4. ed. São Paulo: FTD, 1997. p. 111 (Coleção aprender e ensinar) .

MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.

PARRA, Cecília; SAIZ, Irma (Orgs.) et al. Didática da Matemática: Reflexões Psicopedagógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008.

PIMENTA Selma Garrido. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática?. 7. ed. São Carlos: Cortez, 2006. p. 200.

SOARES, Magda. Alfabetização e letramento na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. 122 p. Alfabetização e letramento na sala de aula).

 

 

 

 

DEPARTAMENTO DE LETRAS / CAMPUS PATU

 

Ensino de Língua Estrangeira e Práticas de Pesquisa

O Ensino instrumental da Língua Inglesa no curso de graduação;

Estudo das estruturas léxico-gramaticais da língua inglesa através de atividades envolvendo as quatro habilidades linguísticas;

Abordagens de pesquisa para o ensino de língua e literatura;

A pesquisa científica e o gênero acadêmico como produção escrita;

A importância da língua latina para a formação da estrutura fonética das palavras da língua portuguesa;

Língua Latina, Português Histórico e o estudo da gramática descritiva.

OBS: O Candidato selecionado ministrará também o componente Estrutura e Func. Educação Básica

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática latina: curso único e completo. São Paulo: Saraiva, 2000.

BEVENISTE, E. Estrutura da língua e estrutura da sociedade In: Problemas de Linguística geral II. São Paulo: Pontes, 1989.p. 93-104).

FERREIRA, Telma Sueli Farias. Inglês Instrumental. Campina Grande: EDUEPB, 2010. 296p.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

MACHADO, Anna Raquel (Coord.). et al. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola Editorial, 2005, p.31-35.

MURPHY, Raymond & ALTMAN, Roann. Grammar in use. London: Cambridge, 1998.

ROACH, Peter. English Phonetics and Phonology. London: Cambridge,1999.

PERINI, M Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2006.

SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. Tradução de Antônio Chelini, José Paes e Izidoro Blikstein. São Paulo: Cultrix, 1995. 279p.

 

DEPARTAMENTO DE LETRAS / CAMPUS PATU

 

Ensino de Língua Portuguesa e Literatura

Pesquisa e formação de professor de língua materna: elementos para elaboração do projeto de pesquisa;

Língua, literatura e formação de professores: que aspectos abordar no projeto de pesquisa?

Elementos que compõem o projeto de pesquisa acadêmica;

Primeiras manifestações estéticas da literatura potiguar;

Panorama histórico da literatura potiguar, a partir do século XIX;

Vida e obra de Luís da Câmara Cascudo;

Comparação das funções sintáticas das palavras da Língua Portuguesa com os casos latinos;

Os casos latinos e as declinações que deram origem aos vocábulos da Língua Portuguesa;

A Retórica: grandes correntes da Estilística Moderna;

Análise de textos à luz da estilística: uma proposta para o ensino da compreensão leitora.

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Latina. 20 ed. São Paulo: Saraiva, 1985.

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

_____. Questões de literatura e estética. São Paulo: Hucitec, 1990.

BARROS, Aidil de Jesus Paes e LEHFELD, Neide Aparecida de S. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 14° ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2003.

BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa. Secretaria de educação fundamental. Brasília: MEC/SEF,1998.

BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: ensino médio – Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 1999. 394p.

BOSI, Alfred. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1994.

COUTINHO, Afrânio. A literatura no Brasil – revista e atualizada. São Paulo: Global, 2001.

DIONISIO, Angela; BEZERRA, Maria Auxiliadora. O livro didático de Português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Lucerna,2001.

FARACO, C. A. e TEZZA, C. Oficina de Texto. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

_____. Prática de Textos para Alunos Universitários. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido – 49.ed – Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.

GERALDI, João Wanderley. Portos de Passagem. 4ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia M. Questões de método na construção da pesquisa em Educação. São Paulo: Cortez, 2008 (Coleção Docência em Formação).

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996.

HENRIQUE, Claudio C. Estilística e discurso: estudos teóricos e aplicados sobre a expressividade do português. São Paulo: LTC, 2011

MARTINS, Nilce. S. Introdução à estilística – 4 ed. São Paulo: EDUSP, 2008.

MATTOSO CÂMARA JR., Joaquim (1977) Contribuição à estilística portuguesa.  Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico.

MELO, Gladstone Chaves de (1976) Ensaios de estilística da língua portuguesa. Rio de Janeiro, Padrão Editora.

MONÇAO, Geraldo Ferreira. Curso básico de Latim e Latim Forense. Belo Horizonte: Del Rey, 2005.

RONAI, Paulo. Gradus Primus.  São Paulo:  Cultrix, 1985.

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

Cultura e Natureza, Meio Ambiente e redes sociais,

Sociedade e Ambiente, Metodologia do Trabalho Científico, Desenvolvimento Sustentável

Interdisciplinaridade nas Ciências Ambientais;

Métodos e técnicas de pesquisa em gestão ambiental;

Estruturação de um projeto de pesquisa científica aplicado à Gestão Ambiental;

O conceito de cultura e sua relação com o meio ambiente;

Sociedade, Cultura, Natureza e Sustentabilidade;

Meio Ambiente e redes sociais

Alcances e limites do Desenvolvimento Sustentável

A crise do desenvolvimentismo

A questão socioambiental e o desenvolvimento sustentável.

CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Tradução de Viviane Ribeiro. 2ª Ed. Bauru: EDUSC, 2002.

DAMATTA, Roberto. Explorações. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 121-128.

DIEGUES, A. O mito moderno da natureza intocada. 3ª. Ed. São Paulo: Hucitec, Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas e Áreas Úmidas Brasileiras, USP. 2001.

LEFF, E. Racionalidade Ambiental: a reapropriação social da natureza. Trad. Luís Carlos Cabral. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2006. pp.403-449.

GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (Des) Caminhos do Meio Ambiente. 14ª edição. São Paulo:Contexto, 2006. (Temas Atuais).

LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 22 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008.

MORAES, A. C. R. Meio Ambiente e Ciências Humanas. 3 ed. São Paulo: Hucitec, 2002.

THOMAS, K. O homem e o mundo natural: mudança de atitude em relação às plantas e aos animais, 1500-1800. São Paulo: Companhia das Letras. 1988.

JACOBI, Pedro. Meio ambiente e redes sociais: dimensões intersetoriais e complexidade na articulação das práticas coletivas. In: Revista de Administração Pública, vol. 34 (6), nov/dez. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, p.131-158, 2000.

SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de movimentos sociais. 4 ed. São Paulo: Loyola, 2005.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2007. 304 p. ISBN 9788524913112

VIOLA, E.; NICKEL, J. Integrando a defesa dos direitos humanos e do meio ambiente. Novos Estudos Cebrap nº 40. São Paulo: Cebrap, 1994.

GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4ª. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

GONÇALVES, H. de A. Manual de Monografia, Dissertação e Tese. São Paulo: Avercamp, 2004.

LAKATOS, E. M.; MARKONI, M. DE A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1991.

SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. Org. Paula YoneStroh. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.

SEN, A. K. Desenvolvimento com Liberdade. São Paulo. Companhia das Letras, 2000.

VEIGA, J. E. da. Para entender o desenvolvimento sustentável. 1ª ed. São Paulo: Editora 34, 2015.

DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL / CAMPUS CENTRAL

Economia Ambiental, Ecologia Aplicada, Auditoria Ambiental, Análise de Risco Ambiental, Poluição e Controle Ambiental, Sistema de Gestão Ambiental,  Monografia

Aspectos econômicos da questão ambiental;

O meio ambiente e os recursos naturais na história do pensamento econômico;

Histórico e definições relacionadas à ecologia;

Conservação e biodiversidade;

Conceitos: risco, perigo, acidente, evento, vulnerabilidade;

Metodologias de avaliação de riscos ambientais;

Classificação e tipos de Auditoria Ambiental;

Aplicações da Auditoria Ambiental;

Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) e seus componentes;

Tipos e fontes de poluição.

ASSUMPÇÃO, L.F.J. Sistema de Gestão Ambiental: Manual prático para implementação de SGA e Certificação ISO 14.001. Curitiba: Juruá, 2006.

BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

DA SILVEIRA, C. E. M. Risco Ecológico Abusivo: A Tutela do Patrimônio Ambiental Nos Processos Coletivos Em Face do Risco. Caxias do Sul: EDUCS, 2014.

DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 2. ed. São Paulo: Signus, 2004.

KIPERSTOK, A.; COELHO, A.; TORRES, E. A. Prevenção da Poluição. Brasília: SENAI/DN, 2002.

LA ROVERE, E. L. (Coord.). Manual de Auditoria Ambiental. 2 ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.

MOERI, E.; COELHO, R.; MARKER, A. Remediação e revitalização de áreas contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: Signus, 2004.

ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1988.

SALES, R. Auditoria Ambiental: aspectos jurídicos. São Paulo: LTr, 2001.

SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: implantação objetiva e econômica. São Paulo: Atlas, 2005.

MOTTA, Ronaldo Seroa da. Economia ambiental. Rio de janeiro:FGV< 2006

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, 2007.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS / CAMPUS CENTRAL

Clínica Cirúrgica

Bases da Cirurgia;

Analgesia pós-operatória;

Cicatrização;

Complicações pós-operatórias;

Distúrbios do equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-base;

Homeostase: resposta endócrina e metabólica ao trauma e à cirurgia;

Infecção em cirurgia: antissepsia, antibioticoprofilaxia e antibioticoterapia;

Manejos pré e pós-operatório;

Oncologia cirúrgica: princípios gerais;

Princípios de técnica operatória: suturas e drenagens.

GOFFI, Fábio. Técnica Cirúrgica - Livraria Atheneu, 2004.

SCHWARTZ. Princípios de Cirurgia - Ed. Guanabara Koogan.2 volumes, 2005.

VIEIRA, Marques. CLÍNICA CIRÚRGICA - Editora Atheneu, 2000.

VINHAES, José C. Clínica e Terapêutica Cirúrgicas – Ed. Guanabara, 1997.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

 

Fundamentos Sócio-econômicos da Educação

História da Educação

Laboratório de monografia

Didática

Formação do professor-pesquisador: pressupostos teóricos e práticos;

Métodos mistos de pesquisa em educação: avanços e perspectivas;

Trabalho e educação em Marx: interfaces teóricas e reflexões para atualidade;

Políticas educacionais pós 1990 e estado neoliberal: tendências em curso;

A pedagogia de projetos no trabalho em sala de aula: proposições para o fazer pedagógico;

As reformas educacionais e os marcos legais para a educação pública no Brasil de 1980 a 1990;

Os pioneiros da administração escolar no Brasil: contribuições e permanências;

Planejamento, currículo e PPP: reflexos para ação didática dos professores.

DEMO, Pedro. Pesquisa e Construção do conhecimento. Rio de Janeiro: Templo Brasileiro,1994.

DICKEL, A. Que sentido há em se falar em professor-pesquisador no contexto atual? Contribuições para o debate. In: Geraldi, C.; Fiorentini, D.; Pereira, E. M. A. (Orgs.). Cartografias do trabalho docente. Campinas: Mercado de Letras, 1998. p. 33-71.

FRIGOTTO, Gaudêncio. Teoria e Práxis e o Antagonismo entre a formação Politécnica e as Relações Socialistas. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v.7, suplemento, p. 67- 82

LÜDKE, M. O professor, seu saber e sua pesquisa. Educação & Sociedade, Campinas: CEDES, n. 74, p. 77-96, 2001.

MARINHO, Iasmin. Administração Escolar no Brasil (1935-1968): um campo em construção. Dissertação – Universidade de São Paulo (USP), 2014. 197p.

PARANHOS, Ranulfo; Et. Al. Uma Introdução aos métodos mistos. In: Sociologias, Porto Alegre, ano 18, n. 42, mai/ago 2016, p. 384-411

PRADO, Maria Elisabette Brisola Brito. Pedagogia de projetos: fundamentos e implicações. In: ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; MORAN, José Manuel (Org.). Integração das tecnologias na educação. Brasília: Ministério da Educação/SEED/TV Escola/Salto para o Futuro, 2005. cap. 1, artigo 1.1, p. 12-17.

SAVIANI, Demerval. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2007. 473p.

SAVIANI, Dermeval. Da LDB (1996) ao novo PNE (2014-2024): por uma outra política educacional. – 5. Ed. rev. e ampliada. Campinas, SP: Autores Associados, 2016. – (Coleção educação contemporânea).

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

 

Psicologia da Educação

Prática de Ensino

Estágio supervisionado na educação infantil e os campos de experiência da BNCC: diálogos com o fazer pedagógico;

O estágio supervisionado como pesquisa e espaço de pensar/fazer pedagógico;

Estágio e pesquisa: contribuições para a formação e para a prática pedagógica;

Abordagens psicológicas do processo de aprendizagem e desenvolvimento;

A psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem nos processos educativos em diferentes contextos escolares;

Desenvolvimentos cognitivos e afetivos;

O estágio supervisionado no ensino fundamental – anos iniciais e as áreas do conhecimento na BNCC: a organização do processo ensino e aprendizagem

BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil. Brasília: MEC.2017

BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13 ed. Reformada e ampliada. São Paulo: Saraiva 2008.

FONTANA, R. Psicologias e Trabalho pedagógico. São Paulo, Atual, 1997.

PIMENTA, Selma Garrido. Lima, Maria S. Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

Vigotski, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

 

 

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

 

Teorias Linguísticas e

 Alfabetização

Ensino de Artes

Ensino de Língua Portuguesa

O ensino de língua portuguesa nos anos iniciais: linguagem como prática social;

PCN de língua portuguesa: perspectivas teórico-metodológicas;

Multiletramentos na educação básica: conceitos e práticas;

Alfabetização e letramento:saberes e fazeres no ensino-aprendizagem;

A psicogênese da língua escrita e sua importância na formação do pedagogo;

Alfabetizar letrando: aspectos teórico-metodológicos;

Evolução histórica das tendências pedagógicas do ensino de artes no Brasil;

A arte como área de conhecimento e as linguagens artísticas;

BRASIL. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa (volume 2). Brasília, MEC/SEF, 1997.

CAGLIARI, Luíz Carlos. Alfabetizando sem o bá-bé-bi-bó-bú. São Paulo: Scipione, 1998.

LEITE, Lúcia Helena Alvarez. Pedagogia de Projetos: intervenção no presente. Revista Presença Pedagógica: v. 02, n. 08, p. 24-33 – mar/abr, 1996.

BARBOSA, Ana Mae (Org.). Ensino da Arte: memória e história. São Paulo: Perspectiva, 2008.

DUARTE JR, João Francisco. Por que arte-educação. 20. ed. Campinas, SP: Papirus, 2009.

FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 1985.

GROSSI, Esther Pillar. Didática dos níveis pré-silábicos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. (Didática da Alfabetização, vol. I).

______. Didática do nível silábico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. (Didática da Alfabetização, vol. II).

______. Didática do nível alfabético. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. (Didática da Alfabetização, vol. III).

KLEIMAN, Ângela (Org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

 

Educação Especial e Inclusão

Concepções e Práticas de Educação Infantil

Procedimentos de Intervenção em Práticas Educativas

A política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva;

A comunicação alternativa na interação professor-aluno com deficiência;

o processo de inclusão do aluno com necessidade educacional especial (nee) na escola regular;

Os direitos da criança e a proposição de ambientes de qualidade no atendimento e oferta da educação infantil;

Os princípios éticos, políticos e estéticos que norteiam a prática docente na educação infantil;

O trabalho do pedagogo no atendimento educacional especializado (aee);

O profissional da educação e as possibilidades de intervenção em ambientes escolares e não escolares;

A tecnologia assistiva como área do conhecimento que promove e amplia a acessibilidade curricular.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a base. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/download-da-bncc/  Acesso em: 07 março de 2018.

PILLOTTO, Sílvia Sell Duarte. SILVA, Carla Clauber da. Ética, Estética e Política na educação pela infância. Linguagens - Revista de Letras, Artes e Comunicação, Blumenau, v. 10, n. 3, p. 461-475, set./dez., 2016. Disponível em: http://proxy.furb.br/ojs/index.php/linguagens/article/view/5977/3409. Acesso em: 20 de março de 2018.

OLIVEIRA, Daniele Ramos de. GUIMARÃES, Célia Maria. DE LIMA, Elieuza Ap. Qualidade na educação infantil em instituições brasileiras: contributos de pesquisas acadêmicas para o debate. Revista Educação em Questão, Natal, v. 46, n. 32, p. 98-130, maio/ago. 2013. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/viewFile/5124/4102. Acesso em: 20 de fevereiro de 2018.

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO / CAMPUS CENTRAL

Educação para diversidade

Filosofia da Educação

Didática

 

 

O homem como animal simbólico: implicações para a educação;

A dimensão ética da educação;

Moral e ética na escola e no cotidiano;

Os estudos contemporâneos em didática: contribuições para a

prática pedagógica;

Didática e trabalho docente;

Saberes e fazeres na escola: a interdisciplinaridade e a

transversalidade.

Desafios e possibilidades da educação para a diversidade frente à escola e a formação.

Educar pra a diversidade humana, para o respeito às diferenças e aos grupos minoritários com vistas ao atendimento de todos.

TORRES, Rosa Maria. Educação para todos: A tarefa por fazer. Porto Alegre: Artmed Editora, 2007.

PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.

LIBANÊO, José Carlos. A didática e o trabalho docente:  a mediação didática do professor nas aulas. Concepções e práticas de ensino num mundo em mudanças. Diferentes olhares para a Didática. Goiânia: CEPED/PUC, p.85-100, 2011.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa.São Paulo: paz e terra, 1996.

MORIN, Edgard, Os sete saberes necessários à educação do futuro.São Paulo: Cortez, 2000.

CASSIRER, E. Ensaio sobre o homem. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

DUROZOI, Gerard e ROUSSEL, André. Dicionário de Filosofia. Campinas, SP: Papirus,

1996.

CENCI, Ângelo V. Aristóteles & a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.

KOHAN, Walter O. Sócrates & a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.

AQUINO, J. G. Autoridade e autonomia na Escola. São Paulo: Summus, 1999.

CORTELLA, Mário S.; BARROS FILHO, Clóvis. Ética e vergonha na cara. Campinas, SP: Papirus, 2014.

 

4.6. DA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS

 

4.6.1. A Avaliação de Títulos terá caráter unicamente classificatório, sendo considerados os documentos comprobatórios de formação e aperfeiçoamento profissional, e no caso de atividades docentes, técnico-científicas, artísticas e culturais, de realizações profissionais e trabalhos aplicados, aquelas exclusivamente dos últimos 3 (três) anos e na área de conhecimento (item 1) que seja objeto do concurso ou áreas afins (conforme tabela de áreas do conhecimento definida pela Capes ou CNPq), sendo aceitos somente os títulos, com a respectiva escala de valores, previstos no Anexo III deste Edital.

 

4.6.1.1. Para as publicações em livros, revistas, artigos e anais, a comprovação deverá ser feita por meio da folha de resumo, da folha de rosto e do sumário, nos casos que couber, dispensando-se a apresentação de cópia integral de toda a obra.

 

4.6.1.2. Para as publicações exclusivamente on line, a comprovação poderá ser feita mediante a impressão da página na Internet da revista e impressão do artigo constando os dados do autor e da revista diretamente da página na Internet (inclusive o ISSN online).

 

4.6.2. A nota da Avaliação de Títulos será calculada como uma fração da nota máxima possível, sendo esta igual a 10,0 (dez), a qual equivale ao máximo de 140 (cento e quarenta) pontos, aferidos de acordo com o Anexo VI. Para efeito do cálculo será aplicada a seguinte equação:

 

NAT = Npto/14,

 

onde        NAT= Nota da Avaliação de Títulos;

Npto = Número de Pontos obtidos de acordo com o Anexo III.

 

5. DA BANCA EXAMINADORA

 

É vedada a participação na Banca Examinadora de:

 

a) Cônjuge de candidato(a), mesmo que separado judicialmente ou divorciado, ou companheiro;

b) Ascendente ou descendente de candidato(a), ou colateral até terceiro grau, seja parentesco por consanguinidade, afinidade ou adoção;

c) Sócio de candidato(a) em atividade profissional;

 

ATENÇÃO: Na ocorrência de um dos impedimentos aqui descritos, o membro será automaticamente substituído por um suplente.

 

6. DA APROVAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

 

6.1 A Nota Final (NF) de cada candidato será a média ponderada das notas obtidas na Prova Didática (NPD) e na Avaliação de Títulos (NAT), 6 (seis) e 4 (quatro), respectivamente. NF = [(NPD x 6) + (NAT x 4)]/10

 

Em caso de empate, a ordem de prioridade para o desempate será:

 

1) maior nota na Prova Didática;

2) maior pontuação no Currículo Lattes;

3) maior idade.

 

7. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 

7.1. Os(as) candidatos(as) que não estiverem presentes pontualmente no dia, horário e local previstos neste edital, serão automaticamente eliminados do processo seletivo.

 

7.2. Ao realizar sua inscrição, o(a) candidato(a) acata e ratifica todos os termos e normas contidas nesse Edital.

 

7.3. A Remuneração inicial para professor (a) substituto(a) é fundamentada na Lei Ordinária Estadual Nº 9.939, de 09 de abril de 2015.

 

7.4. O(a) candidato(a) aprovado e classificado poderá ser designado para trabalhar em qualquer turno (matutino, vespertino ou noturno), devendo possuir disponibilidade para assumir a carga horária estabelecida nesse edital e de acordo com as necessidades dos Departamentos Acadêmicos, obedecido à jornada de trabalho.

 

7.5. O Resultado da seleção objeto deste Edital será válido pelo período de 01(um) ano, podendo ser prorrogado por mais 01(um) ano.

 

7.6. Os(as) candidatos(as) que ficarem na suplência das vagas poderão ser convocados para assumir de acordo com a conveniência e interesse institucional, inclusive em outro campus e/ou com carga horária diferenciada da prevista no edital.

 

7.7. O(a) candidato(a) aprovado e classificado que já tiver sido contratado anteriormente pela instituição na vigência da lei Estadual Nº 9.939, de 09 de abril de 2015, que dispõe sobre a contratação de pessoal, por tempo determinado, pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e não houver transcorrido prazo de dois anos, não poderá ser contratado, conforme Art. 9º da referida Lei.

 

7.8. O(a) candidato(a) aprovado(a) deverá apresentar declaração de acúmulo de cargos, e, no caso de acumulação lícita, esta fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários, cuja soma não poderá exceder a 60 (sessenta) horas semanais (§ 2º, Art.131, Lei Complementar Estadual nº 122).

 

7.9. Os casos omissos neste Edital serão resolvidos pela Comissão Avaliadora formada, ao qual caberá decisão irrevogável e irretratável acerca do presente processo seletivo.

 

Mossoró,28 de Março de 2018.

 

Prof. Dr. David de Medeiros Leite

Pró-Reitor de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis

 

 

 

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - FUERN

 

EDITAL Nº 04/2018 - PROFESSOR TEMPORÁRIO- PRORHAE/UERN

 

ANEXO I – FICHA DE INSCRIÇÃO

 

NÚMERO DA INSCRIÇÃO: __________ (espaço destinado ao Departamento Acadêmico/local de inscrição)

NOME DO(A) CANDIDATO(A): ____________________________________________________________

ÁREA PRETENDIDA: ____________________________________________________________________

ENDEREÇO:____________________________________________________________________________

TELEFONE:________________________ E-MAIL:_____________________________________________

GRADUADO(A) POR QUAL INSTITUIÇÃO:___________________________________________________

HABILITAÇÃO:___________________________  ANO DE CONCLUSÃO DO CURSO:_________________

POSSUI PÓS-GRADUAÇÃO?_________  EM QUAL ÁREA?_____________________________________

CURSADA ONDE?_______________________________________________________________________

Documentação exigida (original e cópia):

(   )Cópia do RG e do CPF;

(   )Comprovante de pagamento da Taxa de Inscrição, de acordo com o item 3.1 deste EDITAL;

(   )Comprovante de conclusão de Curso de Graduação, de acordo com o item 1 deste Edital;

(   )Certificado, ata,  Diploma da Pós-graduação ou Residência Médica, se for o caso, de acordo com o item 1 deste EDITAL;

(  )Comprovante de Experiência profissional e/ou na docência, se for o caso, de acordo com o item 1 deste EDITAL;

(  )Currículo Lattes com a documentação comprobatória na ordem do currículo, acompanhada da Ficha de Pontuação (Anexo III) devidamente preenchida, considerando-se apenas os últimos 3 (três) anos de atividades, anteriores à publicação deste edital.

Não será aceita inscrição com pendência de qualquer um dos documentos acima.

APRESENTOU TODOS OS DOCUMENTOS?  (    )SIM     (    )NÃO

CANDIDATO INSCRITO PARA A VAGA RESERVADA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (    )

(     ) ASSINO E DECLARO QUE CONHEÇO TODAS AS NORMAS DO EDITAL

 

_________________________________________

 

Mossoró/RN, _________de _______________de 2018.

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - -

COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO

 

SELEÇÃO PARA PROFESSOR DO ENSINO SUPERIOR

 

NÚMERO DA INSCRIÇÃO:____________(espaço destinado ao Departamento Acadêmico)

 

CANDIDATO:____________________________________________________________

 

__________________________________________

Assinatura do servidor responsável pela inscrição

 

Data: ____ /_______/_________  Hora: ____________

 

 

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - FUERN

 

EDITAL Nº 03/2018 PROFESSOR TEMPORÁRIO- PRORHAE/UERN

 

ANEXO II – FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL PARA A PROVA DIDÁTICA

 

 

CANDIDATO (A):

 

ÁREA:

 

TEMA DA AULA (PONTO SORTEADO)

 

DATA:

 

 

 

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

NÚMERO DE PONTOS

MÁXIMO

OBTIDO

Coerência entre os objetivos previstos no plano de aula e os conteúdos desenvolvidos.

2,0

 

Sequência lógica e coerência do conteúdo.

2,5

 

Linguagem adequada, clareza da comunicação, objetividade e contextualização.

2,0

 

Domínio do conteúdo.

2,5

 

Utilização adequada do tempo para execução da aula.

1,0

 

Pontuação final

10,0

 

 

Observação: No início da Prova Didática, o(a) candidato(a) deverá entregar o Plano de Aula em 3 (três) vias impressas, à banca examinadora. A não entrega do  Plano de Aula implicará na impossibilidade do(a) candidato(a) de realizar esta prova tendo sua nota contabilizada zero nesta Prova.

 

Mossoró, ______ de _______________ de 2018.

 

______________________________________________________

 ASSINATURA DO EXAMINADOR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - FUERN

 

EDITAL Nº 03/2018- PROFESSOR TEMPORÁRIO- PRORHAE/UERN

 

ANEXO III – FICHA DE PONTUAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS

 

TÓPICOS E LIMITES

PONTUAÇÃO/

ESPECIFICAÇÃO

PONTOS DO(A) CANDIDATO(A)

GRUPO 01: TÍTULOS

01

Diploma de doutorado devidamente reconhecido pelo MEC ou Conselho Estadual de Educação.

20 pontos para o primeiro título e 10 para o segundo título, limite de 30 pontos.

 

02

Diploma de mestrado devidamente reconhecido pelo MEC ou Conselho Estadual de Educação.

10 pontos para o primeiro título e 05 para o segundo título, limite de 15 pontos.

 

03

Certificado conclusão de curso de pós-graduação, em especialização, na área de formação ou área afim, com carga horária mínima de 360 h, de acordo com a resolução CNE/CES no 01/2001 ou curso de residência médica.

4 pontos para o primeiro título e 2 para o segundo título, limite de 6 pontos.

 

 

GRUPO 02:ATIVIDADES DIDÁTICAS E/OU PROFISSIONAIS

01

Exercício de magistério em curso de educação superior na área do concurso ou em área afim. Para efeito de pontuação, não será considerada fração de semestre.

1 ponto por semestre letivo, sem superposição de tempo, no máximo 5 pontos.

 

02

Exercício de  atividade de nível superior ou magistério na Educação Básica ou Profissional, não cumulativa com outras quaisquer no mesmo período, na administração pública ou privada, em empregos/cargos especializados na área objeto do concurso ou em área afim. Das atividades em questão estão excluídas as atividades no exercício do magistério superior. Para efeitos de pontuação, não será contabilizada frações de ano.

1 ponto por ano, sem superposição de tempo, no máximo 3 pontos.

 

03

Orientação concluída de trabalho final de graduação ou iniciação científica.

1 ponto por orientação e no máximo 2 pontos

 

04

Orientação concluída de trabalho final de pós-graduação lato sensu.

1 ponto por orientação e no máximo 3 pontos

 

05

Orientação de mestrado concluída.

2 pontos por orientação e no máximo 6 pontos

 

06

Orientação de doutorado concluída.

3 pontos por orientação e no máximo 9 pontos

 

07

Participação como palestrante, conferencista ou debatedor em evento científico internacional, nacional ou regional.

0,5 ponto por participação e no máximo 2 pontos

 

08

Apresentação oral em eventos científicos internacional, nacional ou regional.

0,5 ponto por participação e no máximo 1 ponto.

 

09

Participação como membro titular em banca de trabalho de conclusão de curso de graduação.

0,5 ponto por banca e no máximo 1 ponto

 

10

Participação como membro titular em banca de trabalho de conclusão de curso de especialização.

0,5 ponto por banca e no máximo 1,5 ponto

 

11

Participação como membro titular em banca de trabalho de conclusão de mestrado.

1,0 ponto por banca e no máximo 3,0 pontos

 

12

Participação como membro titular em banca de trabalho de conclusão de doutorado.

1,5 ponto por banca e no máximo 4,5 pontos.

 

GRUPO 03: PRODUÇÃO CIENTÍFICA, TÉCNICA, ARTÍSTICA E CULTURAL

01

Publicação completa em anais de evento regional, nacional, ou internacional com ISSN.

0,5 ponto por publicação e no máximo 2,5 pontos.

 

02

Artigos científicos/artístico em jornal ou revista com conselho editorial ou com ISSN.

0,5 ponto por publicação e no máximo 2,5 pontos.

 

03

Publicação de artigo científico em periódicos nacional ou internacionais indexado pela CAPES.

2,0 pontos por artigo e no máximo 10 pontos.

 

04

Publicação de livro didático/técnico/científico com ISBN de autoria exclusiva do(a) candidato(a).

2,5 pontos por livro e no máximo 10 pontos.

 

05

Publicação de livro didático/técnico/científico com ISBN em coautoria ou publicação de capítulo de livro.

1,0 ponto por publicação e no máximo 5 pontos.

 

06

Registro de software e depósito de patente (protocolo de registro ou depósito).

1,0 ponto e no máximo 5 pontos.

 

07

Tradução de livros didático/técnico/científico publicada com ISBN.

2,0 pontos por livro e no máximo 4 pontos.

 

08

Produção artística/cultural.

1,0 ponto por produção e no máximo 3 pontos.

 

 

GRUPO 04: OUTROS TÍTULOS

 

 

01

Aprovação em concurso Público de nível superior para cargo na área do concurso ou área afim.

1,0 ponto por aprovação e no máximo 3 pontos.

 

02

Participação como membro titular em banca de processo seletivo para professor temporário/substituto de nível superior para cargo na área do concurso ou área afim.

0,5 ponto por banca e no máximo 1,5 pontos.

 

03

Participação como membro titular em banca de Concurso Público de nível superior para cargo na área do concurso ou área afim.

0,5 ponto por banca e no máximo 1,5 pontos.

 

 

TOTAL

Máximo 140 Pontos